sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

MENSAGEM DA AMIGA EDJANE-PE DO ORKUT, EM 22/01/09.



MEU ANJO!!!

Um dia você aprende que...
Não importa em quantos pedaços
seu coração foi quebrado,
o mundo nunca pára
para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo
que possa voltar para trás.
Portando, plante seu jardim
e decore sua alma,
ao invés de esperar que
alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente
pode suportar,
que realmente é forte e que
pode ir muito mais longe.
E que realmente a vida tem valor
e que você tem valor diante da vida.
Nossa dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar
se não fosse o medo de tentar.

XERO NO CORAÇÃO...






MENSAGEM DE BOA NOITE DA AMIGA PRISCILA, EM 22/01/09.



ÓTIMA NOITE!

O caráter e a inteligência podem impressionar,

mas é o amor que damos a alguém

que nos faz brilhantes e inesquecíveis em sua vida.

Porque o amor torna as pessoas indispensáveis.

"BEIJOS COM CARINHO"

PRISCILA.






MENSAGEM DA AMIGA MARIA AUSENTE DO ORKUT, EM 22/01/09.


Eu entendo tão pouco de Amor

Mas Te Amo com tudo

que Eu sei, e sou

Eu entendo tão pouco de Felicidade..

Mas me sinto nas nuvens

quando recebo Seus

recados.

Eu entendo tão pouco de sofrer.

Mas Eu sofro só de pensar

em perder Sua Amizade!!

Te Amo Muito meu Anjo Amigo

Tenha Lindos Sonhos

Beijos..

Maria




MENSAGENS DOS AMIGOS ANDRÉ E EDNA-RO, DO ORKUT,EM 23/01/09.




"Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama, e que não quer nada com você, definitivamente, não é a pessoa da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você..!"


Eu aprendi......que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi......que quando você planeja se nivelar com alguém,

apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi......que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi......que ninguém é perfeito

até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi......que a vida é dura,

mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi......que as oportunidades nunca são perdidas;

alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi......que quando o ancoradouro se torna amargo

a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi......que não posso escolher como me sinto,

mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi......que todos querem viver no topo da montanha,

mas toda felicidade e crescimento ocorre

quando você esta escalando-a;

Eu aprendi......que quanto menos tempo tenho,

mais coisas consigo fazer.





MENSAGEM DO AMIGO PEDRO PERES-AC, DO ORKUT.


Existe um lugar onde td é possível
Onde o amor é Verdadeiro
Onde Não existe um preço a pagar
Onde tudo se conquista,
Nada se compra
Onde os dias são calmos e
Só se ouve Verdades
Onde se dorme um sono de paz
E todos os amanheceres são lindos
Onde as flores tem um cheiro especial
Este lugar se chama coração
É neste lugar que eu guardo VOCÊ!♥

(ENVIADO EM 23/01/2009)


SCRAP DO AMIGO ORLANDO MALTA DO ORKUT, EM 23/01/09.


TEMPO DE SUTILEZA - COLUNA INSTANTE POSTERIOR NO G1.(BY BRUNO MEDINA)

Madrugada. Rosemary se aproveita do descuido dos vizinhos - que estranhamente pareciam revezar-se na tarefa de vigiá-la - para levantar da cama e seguir o ruído evidente de comemoração que soava do apartamento ao lado. Munida de uma faca e atordoada pelas dúvidas quanto ao paradeiro do filho que acabara de parir, a personagem descobre como chegar até o centro da sala onde seu bebê chora. O choque em vê-la cala todos os presentes. Rosemary se aproxima do berço negro e não consegue evitar o repúdio causado pelo primeiro encontro com o filho:
- O que vocês fizeram com os olhos dele? – pergunta, transtornada.

- Ele tem os olhos do pai – exclama um senhor sentado na poltrona - as mãos e os pés também…

É provável que muitos de vocês tenham reconhecido a seqüência final de “O Bebê de Rosemary”, uma adaptação de Polanski do livro homônimo que se consagrou como referência definitiva para o gênero de terror.

Na versão para o cinema, a macabra constatação de que Rosemary, interpretada por Mia Farrow, havia dado à luz o herdeiro do diabo é construída pouco a pouco. O brilhantismo do diretor atinge o auge no momento do encontro entre mãe e filho. Apenas um diálogo curto, de duas frases, fornece todos os elementos necessários para instaurar o clima de terror evidente. A fisionomia do bebê não revelada, apenas sugerida, habita até hoje - quatro décadas após a estréia - o imaginário de milhões de espectadores, e seguramente o classifica como um dos mais horripilantes personagens que o cinema já produziu, muito embora sua imagem nunca tenha se materializado.

Este recurso comprova a contundência de um elemento cada dia menos afeito ao conteúdo artístico da época atual: a era do making off sepultou o poder de sugestão. Foi-se, há muito, o tempo em que uma barbatana de borracha e duas notas musicais eram suficientes para compor um vilão. Os adventos tecnológicos, bem como o uso irracional da pirotecnia hollywoodiana, sentenciaram as produções a depositarem boa parte de sua sorte em efeitos especiais que antecedem a qualidade dos enredos na ordem de prioridade.

A tendência transcendeu o cinema e é visível em vários outros campos; mas será que é a suposta satisfação do cliente que determina a necessidade de tudo ser revelado? Quando tenho um dvd de show nas mãos normalmente me incomoda a concepção do supra-registro. É câmera no camarim, câmera na platéia, câmera dentro do banheiro, no teto, no microfone, embaixo do banco do baterista. O resultado é uma colcha de retalhos reveladora ao extremo, mas na qual a experiência do show muitas vezes se perde.

“O povo quer saber”, alegam os repórteres dos programas televisivos sensacionalistas. Estão todos mobilizados pelo barraco da semana. Será?

Saudosas as musas anônimas das canções, os pseudônimos, os romances psicológicos ou de protagonistas descontextualizados, os livros e peças sem final óbvio, os narradores dúbios ou os vários narradores, os poetas, pintores e escritores dos quais nada se sabia além da própria obra ou ainda as obras que existiam a despeito de artistas anônimos, na época em que não levavam uma assinatura. Para ficar na literatura, talvez hoje o cerne da discussão seria sobre a traição ou não de Capitu, o que, para dizer o mínimo, esvaziaria por completo o universo de ambiguidades pretendido por Machado de Assis. Não se trata de fazer aqui uma defesa da ignorância, mas sim da sutileza. Porque muitas vezes é ao próprio artista que falta a virtude de saber se preservar. Nem tudo deve ou merece ser sabido, e para tais casos a imaginação ainda funciona como a melhor das traduções. Que o digam os dois aí de baixo:

O que será (À flor da terra) - Chico Buarque e Milton Nascimento

“O que será que será

Que vive nas idéias desses amantes

Que cantam os poetas mais delirantes

Que juram os profetas embriagados

Está na romaria dos mutilados


Está nas fantasias dos infelizes


Está no dia a dia das meretrizes


No plano dos bandidos dos desvalidos


Em todos os sentidos será que será?


O que não tem decência, nem nunca terá!


O que não tem censura, nem nunca terá!


O que não faz sentido…”

Este post foi publicado em Instante Posterior, Sexta-feira, (21/11/2008), às 18h05. Deixe seu comentário.