sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O MAGICO E O SEU CAMUNDONGO.(MENSAGEM DE ANA MARIA BRAGA NO MAIS VOCÊ)


O MÁGICO E O CAMUNDONGO

DIZ A FÁBULA QUE UM CAMUNDONGO VIVIA ANGUSTIADO

COM MEDO DO GATO.

UM MÁGICO TEVE PENA DELE E O TRANSFORMOU,

ENTÃO, EM GATO!

MAS AÍ ELE FICOU COM MEDO DE CÃO

POR ISSO, O MÁGICO O TRANSFORMOU EM PANTERA.

ENTÃO, ELE COMEÇOU A TEMER OS CAÇADORES.

A ESSA ALTURA, O MÁGICO DESISTIU.

TRANSFORMOU-O EM CAMUNDONGO

NOVAMENTE E DISSE:

- NADA QUE EU FAÇA POR VOCÊ VAI AJUDÁ-LO

PORQUE VOCÊ TEM APENAS A CORAGEM DE UM RATO.

É PRECISO CORAGEM PARA ROMPER

COM O PROJETO QUE NOS É IMPOSTO.

MAS SAIBA QUE CORAGEM

NÃO É A AUSÊNCIA DO MEDO;

É A CAPACIDADE DE AVANÇAR,

APESAR DO MEDO./

É ISTO QUE DEVEMOS FAZER.

NÃO PODEMOS NOS DERROTAR,

NOS ENTREGAR POR CAUSA DOS MEDOS.

ASSIM, JAMAIS CHEGAREMOS AOS LUGARES

QUE TANTO ALMEJAMOS EM NOSSAS VIDAS.

MENSAGENS DE ANA MARIA BRAGA NO MAIS VOCÊ

Pausas da vida
NA MELODIA DA NOSSA VIDA A MÚSICA
É INTERROMPIDA AQUI E ALI POR "PAUSAS...
E NÓS, AFOITOS, SEM REFLETIR,
PENSAMOS QUE A MÚSICA TERMINOU./
ISSO ACONTECE PORQUE DEUS NOS ENVIA,
ÀS VEZES, UM TEMPO DE PARADA FORÇADA....
/PODE SER UMA PROVAÇÃO...
/PLANOS FRACASSADOS...
/ESFORÇOS FRUSTRADOS...
. COISAS QUE ACONTECEM E ESTÃO ALI
PARA SEREM VIVIDAS, NÃO SÃO PRA ATRAPALHAR
A MELODIA OU ALTERAR O TOM.
SÃO SÓ PRA APRIMORAR ...
/A NOSSA PARTE DEVE SER APRENDER
A MELODIA E NÃO DESMORONAR NAS "PAUSAS".
COMPOR A MÚSICA DA VIDA É GERALMENTE
UM PROCESSO LENTO E TRABALHOSO.../
COM PACIÊNCIA, DEUS TRABALHA PARA NOS ENSINAR!
LEMBRE-SE, A PAUSA NÃO DURA MUITO,
É APENAS UM TEMPO SUFICIENTE
PARA QUE VOCÊ SE RENOVE E CONTINUE...
"NA PAUSA NÃO HÁ MÚSICA,
MAS A PAUSA AJUDA A FAZER A MÚSICA".
OLHE MELHOR A SUA VOLTA...
VIVA A VIDA!PARE!
E ACEITE A PAUSA (FÉRIAS,POR EXEMPLO)..
VOCÊ MERECE...
ASSIM COMO MERECE SER MAIS AMADO
E AMAR, SONHAR, SORRIR, CANTAR
E SER FELIZ, MUITO MAIS FELIZ!!!
10 LINHAS PARA VIVER
-GOSTO DE VOCÊ NÃO POR QUEM VOCÊ É, MAS POR QUEM SOU QUANDO ESTOU CONTIGO.

-NINGUÉM MERECE SUAS LÁGRIMAS, E QUEM AS MERECE NÃO TE FARÁ CHORAR.

-UM VERDADEIRO AMIGO É QUEM TE PEGA PELA MÃO E TE TOCA O CORAÇÃO.

-A PIOR FORMA DE SENTIR FALTA DE ALGUÉM É ESTAR SENTADO A SEU LADO E SABER QUE NUNCA VAI PODER TÊ-LO.

-NUNCA DEIXE DE SORRIR, NEM MESMO QUANDO ESTIVER TRISTE, PORQUE NUNCA SE SABE QUEM PODE SE APAIXONAR POR SEU SORRISO.

-PODE SER QUE VOCÊ SEJA SOMENTE UMA PESSOA PARA O MUNDO, MAS PARA UMA PESSOA VOCÊ SEJA O MUNDO.

-NÃO PASSE O TEMPO COM ALGUÉM QUE NÃO ESTEJA DISPOSTO A PASSAR O TEMPO CONTIGO.

-QUEM SABE DEUS QUEIRA QUE VOCÊ CONHEÇA MUITA GENTE ERRADA ANTES QUE CONHEÇA A CERTA, PARA QUE QUANDO A CERTA APARECER VOCÊ FICAR AGRADECIDO.

- TENHA CERTEZA DE SABER QUEM VOCÊ É ANTES DE CONHECER ALGUÉM E ESPERAR QUE ESSA PESSOA SAIBA ....

-NÃO SE ESFORCE TANTO, AS MELHORES COISAS ACONTECEM QUANDO MENOS ESPERAMOS.

A vida é mais que pequenos dramas.
(anônimo)
Você tende a achar que
pequenos problemas
são uma catástrofe?
Que tudo de ruim só acontece a você?
Que o mundo está contra você?
Sinto lhe dizer, menina,
mas você está desperdiçando
energia à toa.
Leve a vida de maneira
mais suave,
dando aos problemas o tamanho
exato que eles têm.
Faça da vida um grande teatro,
que quando as luzes se apagam,
todos os atores saem de cena
e os conflitos ficam restritos ao pano de cena.
Assim, você será bem mais feliz!

Ana Maria

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O KOSOVO DA AMAZÔNIA!


Kosovo é uma região no sul da Sérvia, país que fazia parte da antiga Iugoslávia.

É um lugar muito especial para os sérvios, que o consideram o berço da sua civilização,

e é o local onde se desenrolaram os mais importantes eventos de seus 2 mil anos de história.


Para reforçar a sua política de integração o regime autoritário do presidente Tito

deu muitos incentivos às diferentes minorias étnicas, entre outras, à albanesa,

já que a Albânia faz fronteira com Kosovo. Jornais de língua albanesa, noticiários, escolas...

pouco a pouco, em razão dos incentivos governamentais, a população de Kosovo

foi se tornando predominantemente albanesa. Quando do fim da União Soviética,

seguido do desmembramento da Iugoslávia, os kosovares albaneses aproveitaram o momento oportuno para reivindicar a independência de Kosovo. Os sérvios, indignados, negaram qualquer possibilidade de acordo.


Criou-se uma polêmica entre os outros países.Juristas

especializados em direito internacional consideravam

a reivindicação improcedente.

Por outro lado, muitos opinavam que

a solicitação era justa dada a maioria esmagadora da atual

população ser albanesa. Quem está com a razão?


É uma questão difícil de ser respondida e para cada argumento

haverá um contra-argumento. Kosovo já proclamou unilateralmente

a sua independência, apoiado pelas potências européias. A Sérvia

vive um impasse político: recusar e perder para sempre a fonte da

sua identidade cultural ou concordar, comprando assim o seu

ingresso na União Européia.


Recentemente, a Rússia invadiu a Geórgia para garantir a

autoproclamada independência da Ossétia do Sul, baseada no fato

de que a população dessa região é predominantemente russa. Ante

as críticas do Ocidente, a Rússia rebateu dizendo que a situação é

idêntica à de Kosovo, em que os países ocidentais, liderados pelos

EUA, reconheceram a proclamação unilateral da independência.

No fundo, à margem de julgamentos éticos, cada país está apenas

defendendo os seus interesses: os EUA minando a Sérvia,

tradicional aliada dos russos e enclave estratégico nos Bálcãs,

e a Rússia, em contrapartida, enfraquecendo a Geórgia, aliada

dos norte-americanos.


O propósito deste artigo é alertar para a situação similar em que se

encontra o Brasil em relação às reservas indígenas na Amazônia.

Tomemos como exemplo a reserva ianomâmi, no extremo norte

do Brasil. Não é de hoje que diversos países estrangeiros vêm

questionando a soberania brasileira na Amazônia. Grande parcela

da população no exterior considera a Amazônia patrimônio da humanidade e,

portanto, defende a idéia de que o controle e a gestão desse “pulmão do mundo”

não deveriam estar concentrados num único país.

As notícias recorrentes de desmatamentos e

queimadas monumentais, de descaso e corrupção das autoridades

e da total falta de infra-estrutura do governo para fazer valer a lei

não contribuem para melhorar a imagem do Brasil no exterior.

Junte-se a isso o fato de que os índios na reserva

se autodenominam “nação ianomâmi”, de etnia, cultura e língua totalmente distintas,

detentora de um vasto território fronteiriço e bem demarcado,

e teremos uma situação potencialmente explosiva.


Os “nossos” índios, em sua maioria, vivem num limbo socioeconômico-cultural,

marginalizados como brasileiros e vivenciando o pior da civilização moderna.

Eles percebem o governo como o grande obstáculo que os impede de explorar

os imensos recursos minerais, biológicos e energéticos das terras

herdadas de seus antepassados.Vamos imaginar um agravamento drástico das relações internacionais e uma deterioração das relações Brasil-EUA,

a exemplo do que já ocorre entre os EUA e a Venezuela.

Somemos a isso um eventual aprofundamento da ainda longe

de ser superada crise boliviana

ou o reaquecimento do confronto Venezuela-Colômbia,

polarizando a geopolítica sul-americana.


Vamos supor que a Rússia aumente ainda mais a sua presença militar

no continente por meio de sua parceria com a Venezuela

e com os outros aliados. Aproveitando a oportunidade, a “nação ianomâmi”

declara a sua independência. Imediatamente,

diversas entidades ambientais apóiam o ato,

seguidas do reconhecimento diplomático dos EUA

e dos países que estão na vizinhança do território.

Outras reservas indígenas seguem o exemplo,

desmembrando o Brasil.A moeda de troca é fácil de encontrar:

independência para os índios, dando-lhes o direito de usufruir

os recursos minerais e ambientais de suas terras. Em contrapartida,

ao mundo é feita a promessa de uma exploração racional dos recursos,

implantação de lei e ordem na região, viabilizando a preservação do ecossistema.

Aos EUA é dada exclusividade na produção

e comercialização dos produtos e, principalmente,

em acordos para a instalação de bases militares

estrategicamente situadas no centro do continente,

como contrapeso à expansão russa. A redução do poder brasileiro

é vista com bons olhos pelos países vizinhos,

ainda ressentidos das diversas disputas territoriais

perdidas para o País no passado. Kosovo

e Ossétia do Sul servem de jurisprudência

e uma força internacional de “paz” é formada

para garantir a independência dos novos países.


Imaginação fértil? Antes da crise balcânica,

se dissessem a um sérvio que Kosovo seria anexado pela Albânia

em poucos anos, ele certamente chamaria o interlocutor de insano.

No entanto, é isso o que está acontecendo.

Num mundo cada vez mais dependente de espaços livres

e recursos naturais, a pressão externa sobre a Amazônia

será cada vez maior. Agir preventivamente, com a adoção de políticas adequadas

e investimentos condizentes com a amplitude do problema,

é a única forma de garantir a soberania para as gerações futuras.

Artigo original de Predrag Pancevski, mestre em Economia e Finanças,

professor na Fundação Getúlio Vargas, nasceu em Belgrado, na antiga Iugoslávia E-mail: pancevski@fgvmail.br

CHAMEM O JOE ARPAIO, URGENTE!

Nesta nossa generosa terra tupiniquim,
mas infestada de "Alí-Babas" precisamos URGENTEMENTE de um Joe Arpaio.
Logo abaixo vocês saberão o porquê.Deus e a História nos presentearam com uma natureza maravilhosa, mas, cotidianamente, manchada e dilapidada por parasitas públicos e privados de toda ordem. Temos a subespécie "oficial", conhecida também como "dolce farniente". Desenvolvida nos gabinetes, é grande procriadora, afetando praticamente todas as outras espécies. Temos também a subspécie que sobrevive das "ONGs", inclusive, dos "direitos humanos", além de outras dezenas de subespécies mais comuns...Os parasitas oficiais são os mais perigosos, como vocês podem imaginar. Num ambiente tropical propício, principalmente o do planalto central, espalham-se por todos os orgãos rapidamente causando "maracutaias" infecciosas por todo o país. Por terem o gene da indolencia tem a capacidade de infectar decretos e leis típicas dos vagabundos, como esse do febriado, digo, feriado de hoje: "dia da consciência negra"... Ah! façam-me o favor... Chamem um infectologista com urgência ou o imprescindível Joseph Arpaio.
Joseph Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa, no Arizona, já há bastante tempo. Pela sua postura profissional e conduta de defesa do cidadão-contribuinte, continua sendo re-eleito para o cargo a cada nova eleição.
Ele criou a ‘cadeia-acampamento’, que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiadas por guardas como numa prisão normal. Só que com um custo extremamente reduzido se comparada a outras prisões do país.
Baixou, ainda,
os custos da refeição para
40 centavos de dólar,
que os detentos, inclusive,
têm de pagar.
Proibiu o fumo,
não permite a circulação
de revistas
pornográficas e nem permite
que os detentos
pratiquem halterofilismo.
(Um hábito bem americano.)
Montou equipes de detentos que,
acorrentados uns aos outros, (chain gangs),
são levadas à cidade para prestarem serviços
para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.
Para não ser acusado por discriminação,
montou, igualmente, equipes de detentas,
que prestam os mesmos serviços comunitários.


Cortou a TV a cabo, mas ao saber que esta,
nas prisões, era uma determinação judicial,
religou-a, mas, só permitindo o canal do Tempo e o da Disney.
Quando perguntado por que o canal do tempo, responde que é para os detentos saberem que temperatura vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, nas construções, etc.
Em 1994, cortou o café, informando que, além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detentos e os guardas, pois muitos já haviam sido atacados com café quente por outros detentos. Além da economia anual de quase US$ 100,000.00 aos cofres públicos.
Quando os detentos reclamam, ele responde:



"Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como cidadãos e não voltem mais". Além dos dois canais, o Joe só permite vídeos religiosos aos prisioneiros.



No verão uma agência de notícias publicou:
Com a temperatura atingindo 116º F (47º C),
no Arizona, mais de 2000 detentos na prisão acampamento de Maricopa
tiveram permissão de tirar o uniforme e ficar só de shorts,
(cor-de-rosa) que os detentos recebem do governo.
Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento,

não faz questão alguma de parecer simpático com os prisioneiros,
e nem com a mídia. Tem consciência de estar cumprindo bem o seu dever,
mantendo os prisioneiros "na linha" e economizando o dinheiro dos contribuintes.
Diz ele aos detentos:



"Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120° F (50° C),
vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento,
botinas, carregar todo o equipamento de soldado e,
além de tudo, não cometeram crime algum, portanto,
calem a boca e parem de reclamar".

A esmagadora maioria dos cidadãos concorda com Joseph Arpaio e dizem:
"Se houvessem mais prisões como essa, certamente, o número de criminosos e,
principalmente, reincidentes diminuiria consideravelmente".
Ninguém gostaria de voltar à prisão de Joe Arpaio.
Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram

e não serem tratados a pão-de-ló, até serem soltos
para cometer os mesmos crimes e voltar para prisões,
cheias de regalias e reivindicações.
Muitos cidadãos, cumpridores da lei e pagadores de impostos não tem,

muitas vezes, as mesmas regalias que bandidos têm
num grande número de prisões hoje em dia.

(*) Artigo Publicado pelo site “ Pela Legitima Defesa”. (extraído e traduzido de um documentário da televisão Americana…) Está editado pelo Freeman.

LIXO PEDAGOGICO 2

Faturando alto com o lixo pedagógico : O Livrinho Vermelho do camarada Freire, auto-ajuda para esquerdistas. A culpa é SEMPRE do sistema...



"A entrevista que a revista Veja fez com a antropóloga Eunice Durham, da qual eu reproduzo pequenos trechos abaixo, é leitura gratificante para quem já precisou assistir às aulas obrigatórias de Pedagogia que fazem parte dos cursos de licenciatura de todas as áreas do ensino superior. Eu, que já fui submetido a tal via crucis, conheço bem a completa inutilidade dessas "aulas", que não servem de nada quando se trata de preparar os alunos para ensinar. Pelo contrário: nelas, todos são submetidos a sessões intermináveis de blá-blá-blá anticapitalista ministradas por jaburús mal-resolvidas, cujo único objetivo - além da tortura aos alunos, é claro - parece ser o de encher os cofres da família do Guia Genial dos Povos Pedagógicos, o stalinistíssimo Paulo Freire.E os cofres da família devem estar mesmo abarrotados: todos os que passam pela disciplina de "Pedagogia Geral" (ou nome equivalente) são obrigados a comprar um manualzinho chamado "Pedagogia da Autonomia", de Paulo Freire, uma espécie de cartilha de auto-ajuda para professores comunistas. O livrinho é inacreditavelmente ruim, escrito num ridículo estilo "mela-cueca-lírico-socialista", destinado a "ensinar" seus pobres leitores a "descobrir" o dedo cruel do capitalismo e do neoliberalismo em tudo de ruim que acontece com as pessoas. Fracassados de todo o mundo, uni-vos: a culpa não é sua, é do sistema!


Eu tenho aqui em mãos, nesse momento, a "obra" em questão. Na capa da edição que possuo (de 2004), está escrito que "mais de 450.000 mil exemplares" já foram vendidos. Ah, o capitalismo é tão bom para certos comunas: livreco pequenininho e barato, medíocre - portanto, de leitura fácil para qualquer idiota - e, o mais importante, obrigatório para milhares de alunos que passam todos os alunos pelos cursos de licenciatura, de Educação Física a Matemática. Assim é fácil vender muito e "fazer sucesso". Claro, no comunismo seria melhor: imaginem só ser o autor oficial do regime. Pensando melhor, não seria, não. Paulo Freire já é "autor oficial" sem que sua família, que recebe os direitos autorais, precise viver sob as misérias do socialismo.


E os alunos que agüentem o lirismo stalinista do livreco e as torturas mentais da jaburús.


"A entrevista:


Sua pesquisa mostra que as faculdades de pedagogia estão na raiz do mau ensino nas escolas brasileiras. Como?

As faculdades de pedagogia formam professores incapazes de fazer o básico, entrar na sala de aula e ensinar a matéria. Mais grave ainda, muitos desses profissionais revelam limitações elementares: não conseguem escrever sem cometer erros de ortografia simples nem expor conceitos científicos de média complexidade. Chegam aos cursos de pedagogia com deficiências pedestres e saem de lá sem ter se livrado delas. Minha pesquisa aponta as causas. A primeira, sem dúvida, é a mentalidade da universidade, que supervaloriza a teoria e menospreza a prática. Segundo essa corrente acadêmica em vigor, o trabalho concreto em sala de aula é inferior a reflexões supostamente mais nobres.

(...)

O que, exatamente, se ensina aos futuros professores?

Fiz uma análise detalhada das diretrizes oficiais para os cursos de pedagogia. Ali é possível constatar, com números, o que já se observa na prática. Entre catorze artigos, catorze parágrafos e 38 incisos, apenas dois itens se referem ao trabalho do professor em sala de aula. Esse parece um assunto secundário, menos relevante do que a ideologia atrasada que domina as faculdades de pedagogia.


Como essa ideologia se manifesta?

Por exemplo, na bibliografia adotada nesses cursos, circunscrita a autores da esquerda pedagógica. Eles confundem pensamento crítico com falar mal do governo ou do capitalismo. Não passam de manuais com uma visão simplificada, e por vezes preconceituosa, do mundo. O mesmo tom aparece nos programas dos cursos, que eu ajudo a analisar no Conselho Nacional de Educação. Perdi as contas de quantas vezes estive diante da palavra dialética, que, não há dúvida, a maioria das pessoas inclui sem saber do que se trata. Em vez de aprenderem a dar aula, os aspirantes a professor são expostos a uma coleção de jargões. Tudo precisa ser democrático, participativo, dialógico e, naturalmente, decidido em assembléia.

(...)


A senhora estende suas críticas ao restante da universidade pública?

Há dois fenômenos distintos nas instituições públicas. O primeiro é o dos cursos de pós-graduação nas áreas de ciências exatas, que, embora ainda atrás daqueles oferecidos em países desenvolvidos, estão sendo capazes de fazer o que é esperado deles: absorver novos conhecimentos, conseguir aplicá-los e contribuir para sua evolução. Nessas áreas, começa a surgir uma relação mais estreita entre as universidades e o mercado de trabalho. Algo que, segundo já foi suficientemente mensurado, é necessário ao avanço de qualquer país. A outra realidade da universidade pública a que me refiro é a das ciências humanas. Área que hoje, no Brasil, está prejudicada pela ideologia e pelo excesso de críticas vazias. Nada disso contribui para elevar o nível da pesquisa acadêmica.

LIBERDADE, ONDE ESTÁS?


"Numa Nação livre, os cidadãos decidem os limites de poder que concedem ao Estado e a seus dirigentes; num País que não o é, os governantes decidem as liberdades que concedem aos seus cidadãos." J.Goldsmith

Temos um senso de liberdade tão poderoso que qualquer compromisso passa a gerar um conflito na gente. É como se a nossa liberdade fosse constantemente atacada, violentada por tudo que é externo. Em um impulso damos uma volta sobre tudo e caímos em um precipício individual tão vazio, onde não temos para quem gritar - uma profunda solidão. É nessa solidão e no silêncio que nos vemos tão impotentes perante as nossas próprias vidas, pois qualquer impulso de liberdade é prisão no próprio corpo, qualquer impulso de liberdade é jogar-se em um abismo que não se sabe se tem fim, e é nele que caímos de braços abertos, na crença de que estamos, com isso, sendo o que realmente deveríamos ser.

DICAS DE PORTUGUÊS- CONCORDANCIA VERBAL.

AULA 6 - CONCORDANCIA VERBAL (6ª PARTE)
O verbo HAVER, no sentido de “existir” ou de “acontecer”, é impessoal (=sem sujeito). Deve ser usado sempre no singular:
“HÁ muitas pessoas na reunião”;“Sempre HOUVE muitos acidentes nesta esquina”.
Exercício 1
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas das frases abaixo:
1. _____________ (Existia OU existiam) muitos problemas para resolver.
2. _____________ (Havia OU haviam) muitos problemas para resolver.
3. _____________ (Deve OU devem) existir dúvidas.
4. _____________ (Deve OU devem) haver dúvidas.
5. _____________ (Aconteceu OU aconteceram) alguns incidentes.
6. _____________ (Houve OU houveram) alguns incidentes.
7. No próximo concurso, _______________ (haverá OU haverão) muitos inscritos.
8. No próximo concurso, _____________ (vai OU vão) haver muitos inscritos.
9. Ninguém acreditava que ___________ (houvesse OU houvessem) tantos inscritos.
10. Ninguém acreditava que ___________ (pudesse OU pudessem) haver tantos inscritos.
11. Ninguém acreditava que ___________ (houvesse OU houvessem) ocorrido tantos acidentes.
12. Ele não imaginava que ____________ (tivesse OU tivessem) existido tantas dúvidas.
13. Eles disseram que __________ (havia OU haviam) feito o possível.
14. A verdade é que não _______ (há OU hão OU existe OU existem) mais dúvidas a respeito do caso.
15. O fato é que ____________ (houve OU houveram OU aconteceu OU aconteceram) dois acidentes.
Caso 19 - Com os verbos HAVER e FAZER (= tempo decorrido):
Os verbos HAVER e FAZER, quando se referem a tempo decorrido, são impessoais (sem sujeito). Devem ser usados sempre no singular:
Exercício 2
– Assinale a opção que completa corretamente as lacunas das frases abaixo:
16. Só nos veremos daqui _____ (a OU há) duas semanas.
17. Não nos vemos _______ (a OU há OU hão) duas semanas.
18. Não nos vemos _______ (faz OU fazem) duas semanas.
19. Não nos víamos _______ (há OU havia OU haviam) duas semanas.
20. ____________ (Faz OU fazia OU faziam) duas semanas que não nos víamos.
21. Já _________ (deve OU devem) haver duas horas que ela saiu.
22. ________ (Vai OU vão) fazer duas horas que ela saiu.
23. ________ (Está OU estão) fazendo dez anos que ele morreu.
24. O Flamengo não vence o São Paulo _____ (há OU havia OU fazia OU faziam) três anos.
25. O Flamengo não vencia o São Paulo _____ (há OU havia OU fazia OU faziam) três anos.
Respostas:
Exercício 1
1. EXISTIAM muitos problemas para resolver.
2. HAVIA muitos problemas para resolver.
3. DEVEM EXISTIR dúvidas.
4. DEVE HAVER dúvidas.
5. ACONTECERAM alguns incidentes.
6. HOUVE alguns incidentes.
7. No próximo concurso,HAVERÁ muitos inscritos.
8. No próximo concurso, VAI HAVER muitos inscritos.
9. Ninguém acreditava que HOUVESSE tantos inscritos.
10. Ninguém acreditava que PUDESSE HAVER tantos inscritos.
11. Ninguém acreditava que HOUVESSEM OCORRIDO tantos acidentes.
12. Ele não imaginava que TIVESSEM EXISTIDO tantas dúvidas.
13. Eles disseram que HAVIAM FEITO o possível.
14. A verdade é que não HÁ ou EXISTEM mais dúvidas a respeito do caso.
15. O fato é que HOUVE ou ACONTECERAM dois acidentes.
Exercício 2
16. Só nos veremos daqui A duas semanas.
17. Não nos vemos HÁ duas semanas.
18. Não nos vemos FAZ duas semanas.
19. Não nos víamos HAVIA duas semanas.
20. FAZIA duas semanas que não nos víamos.
21. Já DEVE HAVER duas horas que ela saiu.
22. VAI FAZER duas horas que ela saiu.
23. ESTÁ FAZENDO dez anos que ele morreu.
24. O Flamengo não vence o São Paulo HÁ três anos.
25. O Flamengo não vencia o São Paulo HAVIA ou FAZIA três anos.
Um forte abraço.Nosso minicurso continua na próxima semana. Até lá